terça-feira, 8 de julho de 2008

Como tudo começou...

Fredy não veio nenê, pequenino e engraçadinho como todo o filhote... Nem foi comprado em uma dessas tantas feiras de cães que vemos espalhadas pela cidade. Fredy veio como um presente da vida, que no primeiro momento, estava sujo, magro, machucado...

Minha mãe tinha uma loja de motocicletas, e um dia eu já morando junto com meu noivo Marcelo, fui visita-la com minha avó. Chegando lá, minha mãe disse que um cão muito magro, e faminto estava no pátio, que com pena compraram ração e que deram o nome de Fredy em homenagem a um filme de terror, pois ele era horrível...

Sempre fui cachorreira, isso estava no meu sangue, mas minha mãe nunca gostou de cães, e nunca permitiu que eu ficasse com eles da forma que eu sonhava: com beijos, lambidas e abraços. Então era óbvio, que por mais feio que fosse o tal Fredy, eu ia querer ver. E fui. Lembro hoje com lágrimas nos olhos, daquela carinha de amor, deitado em uma caixa de papelão, com os ossos a mostra, com feições de cão sofrido, mas que apesar de tudo ainda balançava o rabinho em aprovação a minha presença.

Era dia 31 de Julho de 2003. Parece que foi ontem, o tempo ao lado dele vou... mas essa é outra história... Naquele dia, minha avó disse, já que você está de aniversário se quer mesmo esse cachorro, liga para um veterinário vir buscar, pago todo o tratamento dele, vacinas, e coisas que ele vai precisar, e este será seu presente de aniversário!

Liguei para o Marcelo e disse : Amor tem um cachorrinho lindo aqui, eu quero ele por favor!!! E ele disse você que decide, por mim tudo bem... E naquele dia, Fredy se tornou meu maior presente, meu filho amado..